• Arum maculatum

    Arum mac­u­la­tum

    Tra­ta condições como rinite alér­gi­ca, sinusite, farin­gite e amigdalite, que afe­tam as mem­branas mucosas do nar­iz, boca e gar­gan­ta. Tam­bém é uti­liza­do em episó­dios de ira, espe­cial­mente em cri­anças que, em momen­tos de frus­tração, machu­cam os lábios, mes­mo até ao pon­to de san­grar, encon­tran­do, para­doxal­mente, praz­er nes­sa ação.

    MENTAL

    No plano men­tal, o paciente pode apre­sen­tar uma dis­posição zan­ga­da e prostra­da, fre­quente­mente inca­paz de se expres­sar ver­bal­mente, levan­do as mãos à boca em um com­por­ta­men­to com­pul­si­vo. Além dis­so, é comum a pre­sença de infla­mação e úlceras nas mucosas, refletindo a inten­si­dade das suas queixas. Irri­tabil­i­dade inten­sa. Tendên­cia para explosões de rai­va. Aver­são à com­pan­hia de out­ras pes­soas. Difi­cul­dade em lidar com estí­mu­los sen­so­ri­ais, como luz inten­sa ou ruí­dos altos

    FÍSICO

    Irri­tação e infla­mação das mem­branas mucosas do nar­iz, boca e gar­gan­ta em situ­ações de inten­sa sen­sação de queimação e comichão nes­tas áreas. Descar­ga nasal cor­ro­si­va, com ardor e feri­das nas nar­i­nas. Boca e gar­gan­ta secas, com sen­sação de rachaduras. Difi­cul­dade em falar dev­i­do à dor e descon­for­to na gar­gan­ta. Pre­sença de úlceras e feri­das na boca e lín­gua

    MODALIDADE

    AGR.: durante a noite e ao tocar nas áreas afe­tadas; com exposição ao ar frio ou ven­to.

    MELH.: com ali­men­tos quentes ou líqui­dos quentes.


    O tema é inse­gu­rança des­ta pes­soa orig­i­na-se de uma infân­cia mar­ca­da pela ausên­cia ou vio­lên­cia dos pais, geran­do um medo pro­fun­do de ser aban­don­a­da. Cri­anças ado­tadas ou cri­adas em orfanatos enfrentam difi­cul­dades semel­hantes, sendo fre­quente­mente tratadas como irre­spon­sáveis, o que impede o desen­volvi­men­to de amizades e a apren­diza­gem de habil­i­dades de comu­ni­cação. Essa fal­ta de inter­ação resul­ta na supressão de sen­ti­men­tos, incluin­do os sex­u­ais.

    Além dis­so, sente uma empa­tia inten­sa por cri­anças vul­neráveis e ameaçadas, ali­men­tan­do o dese­jo de ter muitos fil­hos e ado­tar. Con­tu­do, este dese­jo é acom­pan­hado pelo receio de não ser um bom pai, refletindo a luta inter­na entre a aspi­ração à pater­nidade e as inse­gu­ranças ger­adas por sua própria exper­iên­cia de vida.


tradutor
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