• Boa constrictor

    Boa con­stric­tor

    Falam muito (Loquaci­dade); Ciúmes; Roupa aper­ta­da; Vestem roupa vis­tosa, obsti­pação. Lig­ação ao sub­mun­do da espir­i­tu­al­i­dade.

     

    No âmbito men­tal, estas pes­soas apre­sen­tam uma inten­sa neces­si­dade de con­t­role e imposição, sentin­do-se perseguidas e con­ven­ci­das de que o mun­do está fora de con­t­role, exigin­do um grande esforço para evi­tar o caos total. São auto­con­fi­antes, dom­i­nado­ras e dita­to­ri­ais, insistin­do que tudo deve ser con­forme dese­jam, sem se sub­me­terem às opiniões alheias. Sua impaciên­cia e tendên­cia para se enfure­cer rap­i­da­mente resul­tam em explosões de rai­va vio­len­ta e extrema, expres­sas de for­ma dire­ta e som­bria.

    Sen­tem-se oprim­i­das e con­strangi­das pelos esforços que fazem, como se estivessem con­stan­te­mente sendo perseguidas por uma ameaça invisív­el. No sis­tema diges­ti­vo, exper­i­men­tam dores, queimaduras, cóli­cas e inchaço, des­de a boca até o ânus, alivi­a­dos tem­po­rari­a­mente pela ingestão de ali­men­tos, o que tam­bém des­per­ta nelas uma neces­si­dade con­stante de com­er.

    No aspec­to físi­co, relatam dores por todo o cor­po, como se estivessem sendo arras­tadas inter­mi­navel­mente. Esse quadro men­tal e físi­co as leva a um esta­do de deses­pero, des­ga­s­tan­do-as pelo esforço con­tín­uo de man­ter o con­t­role, tor­nan­do-se aves­sas ao cumpri­men­to de suas obri­gações e bus­can­do ape­nas paz e sossego para si mes­mas.


tradutor
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