• CALCAREA ARSENICOSA

    CALCAREA ARSENICOSA (Calc-ar.)

    Indi­ca­do para pes­soas que sofrem de pal­pi­tações com o mín­i­mo de emoção, acom­pan­hadas por um cansaço da vida, sen­sação de lev­eza como se estivessem a flu­tu­ar ou nadar, e dese­jo por com­pan­hia. É fre­quente­mente usa­do para mul­heres obe­sas no cli­matério e para alcoóli­cos em abstinên­cia, com forte dese­jo por álcool. No plano físi­co, é aplicáv­el em casos de hepa­toe­s­plenome­galia em cri­anças, sin­tomas urinários, e condições neu­rológ­i­cas, como epilep­sia.

    PALPITAÇÕES COM QUEIXAS

    MENTAL:

    ANSIEDADE ACERCA DE ASSUNTOS DE DINHEIRO. Medo da pobreza. Avareza. Agi­tação na cama. Imper­ti­nente, resmunga, lamen­ta-se, mal-humora­do, inte­ri­or­mente descon­tente, desagrada­do com os out­ros e com ele próprio. A rai­va provo­ca pal­pi­tações, dores de cabeça. Medo de ter­ramo­tos. Ansiedade acer­ca da sua sal­vação e medo do além. Ansiedade ao anoite­cer, à noite, na cama, e durante o calafrio. Obtusi­dade. Con­cen­tração difí­cil.

    FÍSICO:

    É indi­ca­do em casos de can­cro do pân­creas. Este remé­dio alivia as dores ardentes do can­cro do pân­creas e cura‑o onde haja ain­da vital­i­dade sufi­ciente. Tam­bém indi­ca­do nas afeções malig­nas situ­adas na zona do abdó­men. Malig­nidade das glân­du­las lin­fáti­cas, inchaço das glân­du­las inguinais e mesen­téri­c­as. Está indi­ca­do em casos onde os rins foram afe­ta­dos (afeções cardía­cas e hep­áti­cas, sín­dro­ma nefríti­co, doença de Addi­son, nefrite) e existe forte e exces­si­va albu­minúria. Uri­na albu­minosa a seguir a doença cardía­ca. Nefrite com grande sen­si­bil­i­dade na região dos rins. Degen­er­ação dos órgãos. Aumen­to do fíga­do e baço nas cri­anças.

    PALPITAÇÕES APÓS ESFORÇO, EXCITAÇÃO, RAIVA E APÓS EPILEPSIA. Men­tal e fisi­ca­mente fra­co. Las­si­tude mar­ca­da. Fraque­za tré­mu­la e par­alíti­ca. Remé­dio útil na ane­mia. Tran­spi­ração após as 03:00h. Um sin­toma estran­ho é que o paciente acor­da a esta hora e sente-se mali­cioso. Epilep­sia com con­vul­sões à noite. A aura epiléti­ca pode apare­cer com pal­pi­tação, ver­tigem, afo­nia, con­gestão na cabeça, dor no coração, per­da da voz, urgên­cia em evac­uar, dor na mão esquer­da. Queixas pio­ram após esforço que pode provo­car des­maio, pal­pi­tação, disp­neia e fraque­za. Malária cróni­ca ou suprim­i­da. Ver­tigem como se flu­tu­asse.

    MODALIDADES:

    AGR.: frio, às 03:00h, mil­ho.

    DES.: SOPA, comi­da líqui­da, bebidas alcoóli­cas, bebidas frias.

    AVERS.: álcool, bebidas frias.


    O tema é forte inse­gu­rança e sen­si­bil­i­dade à opinião dos out­ros, temen­do a críti­ca e sentin­do-se vul­neráv­el frente a diver­sos medos. Esta sen­si­bil­i­dade faz com que crie uma espé­cie de cama­da pro­tec­to­ra, evi­tan­do aprox­i­mações que pos­sam expor as suas fraque­zas. Por vezes, essa pro­tecção torna‑a mais reser­va­da e fecha­da, lim­i­tan­do as suas relações e inter­ações para se sen­tir mais segu­ra e menos suscetív­el ao jul­ga­men­to alheio.


tradutor
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