• CALCAREA CARBONICA

    CALCAREA CARBONICA (Calc.)

    O paciente rev­ela uma pro­fun­da inse­gu­rança em relação ao seu próprio val­or, sentin­do que os out­ros percebem sua fal­ta de auto­con­fi­ança. Ele vive com medo de enlouque­cer e não ser con­sid­er­a­do com­ple­to ou dig­no. Para com­pen­sar essa sen­sação de inad­e­quação, ele se adap­ta aos padrões esta­b­ele­ci­dos, esforçan­do-se para ser bom o sufi­ciente e evi­tar que os out­ros pensem neg­a­ti­va­mente sobre ele. Como resul­ta­do, ele tende a cumprir todas as nor­mas e tra­bal­har muito para se pro­te­ger e não demon­strar sua inse­gu­rança.

     

    Na infân­cia, o paciente é sen­sív­el ao que os out­ros irão pen­sar, muitas vezes se afa­s­tan­do e se escon­den­do atrás da mãe. Ele é descrito como uma cri­ança loira, rechonchu­da e flá­ci­da, que tran­spi­ra muito, é friorenta e dese­ja ovos. Além dis­so, ele demon­stra car­ac­terís­ti­cas como ser sis­temáti­co, teimoso, ante­ci­patório, lento e exclu­si­vo.

    Em relação aos sin­tomas físi­cos, o paciente apre­sen­ta ossos com fontanelas aber­tas, sen­si­bil­i­dade à opinião dos out­ros e muitos medos, con­stru­in­do uma cama­da pro­te­to­ra ao redor de si mes­mo. Ele é descrito como frioren­to, flá­ci­do, temeroso e dese­ja ovos e doces. O paciente tem inúmeros medos, com um medo pre­dom­i­nante de insanidade, e tende a pio­rar com o tem­po frio e úmi­do.

    No aspec­to men­tal, o paciente man­i­fes­ta muitos medos, como medo de lugares altos, da lou­cu­ra, de cães, de ratos, da morte, da doença, do escuro, de fan­tas­mas, de tem­pes­tades e de aci­dentes. Ele é teimoso e sen­sív­el a cru­el­dades, além de enfrentar prob­le­mas reli­giosos, como ques­tion­a­men­tos sobre Deus e o além.

    Fisi­ca­mente, ele é frioren­to e sen­sív­el ao frio, com extrem­i­dades frias e tran­spi­ração pro­fusa durante o sono, espe­cial­mente na região da cer­vi­cal, no peito e no couro cabe­lu­do. Ele tende a pio­rar com o esforço em ger­al, espe­cial­mente as dores de cabeça, e enfrenta difi­cul­dades res­pi­ratórias ao subir. Além dis­so, pode apre­sen­tar obesi­dade que pro­duz flacidez, unhas que­bradiças, dores e inchaço das mamas antes da men­stru­ação, den­tição lenta e difí­cil, con­vul­sões durante a den­tição e abdó­men dis­ten­di­do, aumen­ta­do nas cri­anças.

    Em relação às modal­i­dades, ele agra­va com esforço, frio e cli­ma frio e húmi­do, enquan­to mel­ho­ra com cli­ma quente e seco, e ao se lev­an­tar.


tradutor
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