• Calopteryx splendens

    Calopteryx splen­dens (Libélu­la em ban­da)

    O paciente apre­sen­ta uma con­tradição mar­cante entre um forte sen­ti­do de respon­s­abil­i­dade e devoção ao tra­bal­ho e um dese­jo latente de brin­car, diver­tir-se e evi­tar o tra­bal­ho. Emb­o­ra leve o tra­bal­ho a sério, essa seriedade pode tornar-se frus­trante e um far­do para ele, resul­tan­do em des­cui­do e indifer­ença em relação a pra­zos e respon­s­abil­i­dades. Ele tende a atrasar as coisas sem se impor­tar, con­fian­do que alguém irá resolver as questões pen­dentes.

    Em ter­mos emo­cionais, o paciente exper­i­men­ta uma dual­i­dade inter­na: por um lado, ele se sente jovem e inocente, por vezes enver­gonhado por sua ingenuidade; por out­ro lado, ele tam­bém se sente vel­ho, como se estivesse à espera do fim. Essa oscilação de esta­dos de espíri­to pode con­tribuir para uma fadi­ga obses­si­va em relação à ordem, onde ele sente uma com­pul­são para que tudo este­ja alin­hado cor­re­ta­mente.

    Além dis­so, o paciente pode man­i­fes­tar irri­tabil­i­dade e agres­sivi­dade, sendo críti­co em relação aos out­ros. Ele sente uma forte atração pelo fogo, sol e água, e é fasci­na­do pela cor azul.

    No que diz respeito aos sin­tomas físi­cos, ele pode exper­i­men­tar con­gestão do nar­iz e dos seios nasais, comichão nos olhos e forte dor de cabeça con­ges­ti­va, além de episó­dios de espir­ros vio­len­tos. Ess­es sin­tomas podem ser acom­pan­hados por uma sen­sação de aper­to em algu­ma parte do cor­po, indi­can­do uma pos­sív­el man­i­fes­tação físi­ca da ten­são emo­cional que ele enfrenta.


tradutor
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