• Colchicinum

    Colchicinum

    Clin­i­ca:

    Diar­réia. Febre. Catar­ro intesti­nal. Pros­tração. Insô­nia. Espas­mos.

    Olhos:

    Pupi­las ampla­mente dilatadas (Bel­ladon­na).

    Face:

    Dores dilac­er­antes no ros­to.

    Gar­gan­ta:

    Aumen­to da secreção de sali­va.

    Estô­ma­go:

    Ao lev­an­tar-se da cama, à noite, a náusea aumen­tou repenti­na­mente e foi segui­da por vômi­to de comi­da não digeri­da e, pos­te­ri­or­mente, de um líqui­do amar­go e esverdea­do; o vômi­to se repetiu de man­hã cedo. — Vômi­to de sangue por nove ou dez dias. — Dores e sen­si­bil­i­dade exces­si­va no epigástrio.

    Abdó­men:

    Dis­ten­são e sen­si­bil­i­dade. — Ron­cos fre­quentes.

    Fezes e anús:

    Urgên­cia, fazen­do com que ele saia da cama, segui­da de evac­uação copiosa e pas­tosa, com tenes­mo exces­si­vo; isso foi repeti­do três vezes em um cur­to perío­do. — Fezes acom­pan­hadas de tenes­mo e con­sti­tuí­das por um líqui­do fino com numerosos flo­cos pare­ci­dos com clara de ovo cozi­da em pedaços de cin­co a dezoito cen­tímet­ros de com­pri­men­to. — Fezes finas, verde-amare­ladas, vis­cosas, acom­pan­hadas de dor. – Fezes líquidas.

    Órgãos urinários:

    Uri­na tur­va, deposi­tan­do abun­dante sed­i­men­to bran­co.

    Coração:

    O pul­so durante as primeiras duas horas caiu cer­ca de onze bati­men­tos.

    Mem­bros supe­ri­ores:

    Movi­men­tos con­vul­sivos da mão dire­i­ta.

    Gen­er­al­i­dades:

    Exaustão muito grande no segun­do dia, aumen­tan­do para exci­tação febril que dura dois dias.

    Sono:

    Leve sonolên­cia e colap­so. — Acor­da­do do sono logo depois da meia-noite por son­hos inqui­etos.

    Febre:

    Calafrio por vol­ta do meio-dia do primeiro dia, segui­do de calor vio­len­to que dura várias horas, com sede aumen­ta­da, pul­so muito rápi­do, con­fusão de cabeça, mal-estar e insó­nia.


tradutor
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