• *Colibacillinum

    *Col­ibacillinum

    Nosó­dio. Prepara­do a par­tir do lisa­do obti­do da cul­tura de Escherichia coli. Esta bac­téria é uma entero-bac­téria que foi iso­la­da em 1881 por Escherich de matéria fecal de recém-nasci­dos. É uma bac­téria bacilar Gram-neg­a­ti­va. Per­tence à família das Enter­obac­te­ri­aceae, é aéro­bia e anaer­o­bia fac­ul­ta­ti­va. O seu habi­tat nat­ur­al é o lúmen intesti­nal dos seres humanos e de out­ros ani­mais de sangue quente (é parte da micro­bio­ta nor­mal no intesti­no). Pos­sui múlti­p­los fla­ge­los dis­pos­tos em vol­ta da célu­la. Sua ação patogêni­ca é dev­i­da à dis­sem­i­nação, em out­ros orgãos, das estir­pes intesti­nais nor­mais; ou nos casos de enterite ou menin­gite neona­tal, à invasão do lúmen intesti­nal por estir­pes difer­entes daque­las nor­mais no indi­ví­duo. A pato­ge­n­e­sia clíni­ca de Col­ibacillinum foi dada por Léon Van­nier, em 1933.

    Men­tal

    Tris­teza e cansaço; tris­teza e dis­túr­bios diges­tivos; tris­teza e prob­le­mas urinários. Irres­olução, timidez e fal­ta de auto-con­fi­ança (dev­i­do à fadi­ga). Fraque­za da memória, sobre­tu­do para fatos recentes. Não pode assim­i­lar mais o que é lido ou ouvi­do (Aeth). Fre­quente­mente usa uma palavra por out­ra. O menor esforço men­tal o esgo­ta e sente a cabeça vazia. A atenção lhe causa fadi­ga facil­mente; pen­sar o deixa exaus­to.

    Opressão — supressão: “Neagu expli­ca que uma situ­ação políti­ca basea­da na repressão e con­t­role estatal inevitáv­el, como foi o caso em seu país de nasci­men­to, Romê­nia, provo­ca uma ele­va­da incidên­cia de col­ibacil­lose. Esta repressão espir­i­tu­al tem um para­le­lo na supressão físi­ca de col­ibacil­lose pelos antibióti­cos. Ele sus­ten­ta que Col­ibacillinum é mais efi­caz em pes­soas que vivem em um ditadu­ra comu­nista extrem­ista ou de dire­i­ta, ou aque­les que se imag­i­nam em tal situ­ação. (Neagu, Col­ibacillinum, Homopathis­che Ein­blicke, 15/1993)” (Ver­meulen)

    Gen­er­al­i­dades

    Tuber­culin­is­mo. Doenças tuber­culíni­cas em história pre­gres­sa do paciente ou dos pais forte­mente pre­dis­põem à col­ibacilose. (Van­nier). Exaustão. Agg. pelo esforço físi­co ou men­tal mais leve. Lentidão da digestão. Dis­ten­são do estô­ma­go / abdô­men depois de com­er. Sen­sação de peso no estô­ma­go / abdô­men; com fri­al­dade ger­al; com agravação ger­al por umi­dade fria. Aste­nia, esgo­ta­men­to, pelo menor esforço, físi­co ou men­tal. Diminuição pro­gres­si­va da resistên­cia orgâni­ca, com crises dolorosas espe­cial­mente intesti­nais, urinárias ou gen­i­tais. Frioren­to, calafrio pospran­di­al ou noturno.

    Sin­tomas par­tic­u­lares:

    Cefaleia frontal e sub­or­bital, agra­va pela humi­dade, frio ou depois de uma emoção.

    Inchação de só uma das pálpe­bras supe­ri­ores.

    Lín­gua flá­ci­da, suja, com uma faixa despa­pi­la­da e lisa no meio. Lín­gua bran­ca. Man­chas bril­hantes unidas sem papi­las numa faixa cen­tral.

    Digestão lenta com peso e inchação após com­er. Sen­sação de inten­so frio em todo o cor­po, logo após com­er. Apetite capri­choso ou anorex­ia. Fíga­do grande sen­sív­el. Vesícu­la bil­iar dolorosa. Flat­ulên­cia. Espas­mo intesti­nal. Bor­borig­mo na região cecocóli­ca. Expul­são de flatos féti­dos. Con­sti­pação. Em bebês e cri­anças peque­nas, pro­fusa diar­reia exten­u­ante com hipoter­mia, bradi­car­dia, desidratação.

    Hipoten­são, tendên­cia à fraque­za, mes­mo ao colap­so. Palidez, ansiedade, ver­tigem, suores, bul­has tor­nam-se abafadas e que­da da pressão arte­r­i­al.

    Infecções crôni­cas da bex­i­ga; com exaustão físi­ca. Micção fre­quente de pou­ca quan­ti­dade um pouco dolorosa. Sen­sação como se devesse uri­nar nova­mente ime­di­ata­mente após a micção. Uri­na tur­va e ofen­si­va. Uri­na alter­a­da e com mau odor (Form, Tub). Even­tual­mente hematúria. Agravação dos prob­le­mas urinários em tem­po frio e úmi­do.

    Rins sen­síveis, dolorosos.

    Ereção e ejac­u­lação às vezes dolorosas, com sen­sação de ardên­cia ure­tral após o coito.

    Dis­menor­reia. Leu­cor­reia amarela um pouco irri­tante.

    Febre com grande fraque­za.

    Dor nas artic­u­lações dos dedos — peque­nas artic­u­lações.

    Modal­i­dades:

    Agravação: Tem­po frio e úmi­do. Beira-mar. Repouso. Leite e pro­du­tos lácteos, esp. quei­jo fer­men­ta­do. Ovos. Depois de com­er.

    Mel­ho­ra: Calor.


tradutor
error: Content is protected !!