• Ephemera vulgata

    Ephemera vul­ga­ta (Insec­to aquáti­co cas­tan­ho)

     

    Sen­tem um medo ter­rív­el e esma­gador de mor­rer, o que os leva a não quer­er faz­er nada, sem von­tade ou inspi­ração para moverem-se. Desligam-se dos assun­tos da vida diária, imer­sos numa névoa de bru­ma, preguiça e, aci­ma de tudo, de indifer­ença. São lentos e pas­sivos, viven­do em um esta­do de paz não porque sejam pací­fi­cos, mas porque não prestam atenção a nada que pos­sa que­brar essa paz — uma indifer­ença total. Exper­i­men­tam a ausên­cia de qual­quer emoção, sentin­do solidão e saudade, expres­sas como um dese­jo de solidão, um lugar onde inter­ação, emoção e comu­ni­cação não são aplicáveis. Há uma dual­i­dade expres­sa em um tema de pre­to e bran­co, com ênfase defin­i­ti­va no pre­to.

    As sen­sações e ilusões que expe­ri­en­ci­am incluem a sen­sação de estar per­di­do e aban­don­a­do, a sen­sação de estar mor­ren­do e uma restrição no peito e na res­pi­ração. Sen­tem-se em um esta­do estag­na­do, sem sen­ti­do de tem­po ou urgên­cia, e exper­i­men­tam sen­sações físi­cas como endurec­i­men­to do nar­iz, esten­den­do-se aos dentes, e uma sen­sação de torção e viragem do cor­po. Podem sen­tir-se como um para­fu­so, com todo o cor­po tor­ci­do e os mem­bros vira­dos para den­tro, ou exper­i­men­tar sen­sações de voar ou flu­tu­ar, como se tivessem asas. Na boca, podem sen­tir dor­mên­cia, formigueiro e frieza, além de queimação na lín­gua e na boca.

    Quan­to ao sono, geral­mente é pro­fun­do e sem son­hos, mas seus son­hos, quan­do ocor­rem, podem envolver água clara, peix­es e sapos, ambos predadores. Exper­i­men­tam formigueiros, cóli­cas e dores inten­sas e sen­sações de torção nas extrem­i­dades.

    Em relação às prefer­ên­cias ali­menta­res, podem ter fal­ta de apetite ou um enorme apetite, dese­jan­do água mor­na ou uma var­iedade de ali­men­tos, espe­cial­mente carne, pen­san­do na comi­da o tem­po todo.


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