• PHOLCUS PHALANGOIDES

    PHOLCUS PHALANGOIDES

     

    Men­tal­mente, obser­va-se uma gama de com­por­ta­men­tos dis­tin­tos, como a tendên­cia a rodar o cor­po nas per­nas quan­do per­tur­ba­do ou a realizar movi­men­tos cir­cu­lares quan­do toca­do, car­ac­terís­ti­cas asso­ci­adas ao autismo. Além dis­so, há uma man­i­fes­tação de ten­são ner­vosa, medo e agressão, jun­ta­mente com uma fal­ta de moti­vação e inca­paci­dade de ini­ciar ativi­dades, o que tor­na a con­cen­tração uma tare­fa difí­cil.

    No âmbito das sen­sações e ilusões, os pacientes fre­quente­mente relatam uma sen­sação de iso­la­men­to, acom­pan­ha­da por uma forte indifer­ença e fal­ta de pre­ocu­pação com o ambi­ente ao seu redor. Além dis­so, descrevem sen­sações pecu­liares, como a sen­sação de flu­tu­ar os braços para cima e uma sen­sação de peso na cabeça, com a per­cepção de que o pescoço é inca­paz de supor­tar o peso.

    Em relação aos sin­tomas físi­cos, desta­cam-se sen­si­bil­i­dades aguçadas no olfa­to e pal­adar, man­i­fes­tadas por odores especí­fi­cos como um cheiro doce a sangue ou a ter­ra no nar­iz. Há tam­bém relatos de sangue nas descar­gas nasais, ver­mel­hidão nos olhos e um sabor metáli­co na boca. Sen­sações de ten­são e agi­tação na região do coração, bem como dores de arras­to no abdô­men e órgãos abdom­i­nais pres­sio­n­an­do para baixo, são comuns. Out­ras man­i­fes­tações incluem pro­lap­so uteri­no, dores nos ovários e aumen­to da men­stru­ação.

    Quan­to às modal­i­dades ter­apêu­ti­cas, nota-se uma mel­ho­ra sig­ni­fica­ti­va com a músi­ca e a dança, sug­erindo uma forte afinidade com essas for­mas de expressão. Além dis­so, a lat­er­al­i­dade esquer­da e a conexão emo­cional com o coração são car­ac­terís­ti­cas proem­i­nentes desse per­fil clíni­co.


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