• *Psilocybe caerulescens

    *Psilo­cybe caerulescens

     

    O retra­to home­opáti­co descreve um indi­ví­duo que parece ser difer­ente e pecu­liar, com traços que podem ser asso­ci­a­dos à sociopa­tia. Ele é um sobre­vivente solitário, preferindo estar soz­in­ho e man­ten­do rela­ciona­men­tos super­fi­ci­ais dev­i­do à descon­fi­ança em relação a amizades e romances. Há indi­cações de um históri­co de abu­so, espan­ca­men­to e humil­hação, o que pode ter lev­a­do a uma sín­drome de estresse pós-traumáti­co.

    Ape­sar dessas exper­iên­cias difí­ceis, esse indi­ví­duo pos­sui tal­en­tos cria­tivos e orig­i­nais, desta­can­do-se de for­ma excep­cional em suas habil­i­dades. A músi­ca, em par­tic­u­lar, parece ter um efeito bené­fi­co sobre ele, espe­cial­mente no que diz respeito ao rit­mo, o que sug­ere uma mel­ho­ra em seu esta­do de espíri­to e bem-estar quan­do envolvi­do com essa for­ma de expressão artís­ti­ca.


    TEMÁTICA

    •O tema dos fun­gos está rela­ciona­da à vida e a morte. Asso­ci­a­da a doenças ter­mi­nais, per­das e desas­tres, esta temáti­ca con­fronta a imper­manên­cia da existên­cia e a inevitabil­i­dade do fim. Há uma bus­ca por com­preen­der a morte e a própria mor­tal­i­dade, refleti­da no inter­esse por cemitérios, fan­tas­mas e temas rela­ciona­dos à vida após a morte.
    •Man­i­fes­tam um inter­esse pecu­liar pela morte, enquan­to simul­tane­a­mente se agar­ram à vida, exper­i­men­tan­do diver­sas ter­apias ou explo­ran­do aspetos espir­i­tu­ais em bus­ca de respostas. Alguns podem desen­volver clar­iv­idên­cia ou out­ras habil­i­dades pre­cep­ti­vas que tran­scen­dem o físi­co.
    •O iso­la­men­to social é uma car­ac­terís­ti­ca comum, acom­pan­hado por uma sen­sação de não per­tencer ao mun­do da fama e do din­heiro, bus­cam um sig­nifi­ca­do mais pro­fun­do da vida.
    •O assun­to do fil­ho inde­se­ja­do pode sur­gir, acres­cen­tan­do uma cama­da de difi­cul­dade à vida do indi­ví­duo, espe­cial­mente quan­do asso­ci­a­do a lim­i­tações físi­cas que difi­cul­tam a social­iza­ção e a inte­gração na sociedade.
    •Os aspetos físi­cos da vel­hice são explo­rados, evi­den­cian­do a ausên­cia de ener­gia, extrem­i­dades frias, atrofia e frag­ili­dade que acom­pan­ham esse está­gio da vida. No entan­to, para­doxal­mente, tam­bém pode sur­gir uma sen­sação de ener­gia, calor e vital­i­dade, desta­can­do a dual­i­dade intrínse­ca à exper­iên­cia humana.
    • comum sen­tir uma sen­sação de invasão ou de con­sumo, como se estivesse a ser devo­ra­do por forças exter­nas. Essa sen­sação de vul­ner­a­bil­i­dade e intrusão acres­cen­ta uma dimen­são adi­cional ao quadro sin­tomáti­co das queixas.

    RA01


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