• TARENTULA HISPANICA

    TARENTULA HISPANICA (Tar­ent.)

    Tar­en­tu­la é um remé­dio com ener­gia exces­si­va. Os pacientes são inqui­etos, rápi­dos nos seus movi­men­tos, impa­cientes, fazem várias coisas em simultâ­neo. Sen­tem-se mel­hor quan­do ouvem músi­ca com bas­tante rit­mo em tom alto e quan­do dançam. Todos os sin­tomas mel­ho­ram com a dança. A ener­gia e tan­ta que a sex­u­al­i­dade e ele­va­da ao pon­to da nin­fo­ma­nia. Quan­do se zangam tam­bém são inten­sos, podem se tornar vio­len­tos. Em fas­es avançadas da patolo­gia, podem tornar-se manía­co-depres­sivos ou desen­volver insanidade com cólera.

    Des­de a infân­cia, alguns pacientes apre­sen­tam car­ac­terís­ti­cas sociáveis, hiper­a­ti­vas e até agres­si­vas, mostran­do uma força físi­ca despro­por­cional à idade. São cri­anças que se desta­cam dançan­do ao som da músi­ca. Na ado­lescên­cia, essas car­ac­terís­ti­cas podem se man­i­fes­tar de for­ma mais inten­sa, sendo admi­ra­dos como líderes cora­josos e rebeldes.

    O ambi­ente famil­iar tam­bém desem­pen­ha um papel impor­tante. Em famílias com­pet­i­ti­vas, os fil­hos são treina­dos para serem vence­dores des­de cedo, enquan­to em casos de fil­hos úni­cos, as expec­ta­ti­vas dos pais podem ser exces­si­vas. Já os fil­hos do meio muitas vezes se sen­tem igno­ra­dos e bus­cam chamar a atenção, seja através de prob­le­mas de saúde reais ou fin­gi­dos. A fal­ta de nutrição mater­na pode con­tribuir para ess­es padrões com­por­ta­men­tais.

    Nos rela­ciona­men­tos, há uma luta con­stante con­tra a dom­i­nação, mes­mo que o dese­jo de dom­i­nar tam­bém este­ja pre­sente. Existe uma dependên­cia do afe­to, mes­mo quan­do se gostaria de ser mais inde­pen­dente. Alguns podem até se pas­sar por pes­soas ric­as ape­nas para con­seguir um casa­men­to.

    O sen­ti­men­to de perseguição é comum, levan­do o paciente a se mostrar vig­i­lante con­tra aque­les que podem quer­er enganá-lo ou dom­iná-lo. Ele expõe aber­ta­mente suas sus­peitas e não hesi­ta em con­frontar quem con­sid­era injus­to.

    A descon­fi­ança leva a uma relutân­cia em man­ter rela­ciona­men­tos ínti­mos, tan­to emo­cionais quan­to físi­cos. Há uma aver­são ao toque, mes­mo quan­do necessário em con­sul­tas médi­cas.

    A bus­ca por atenção é con­stante, e ess­es pacientes têm uma habil­i­dade excep­cional para chamar a atenção dos out­ros. Desen­volvem sin­tomas difí­ceis de diag­nos­ticar e encon­tram praz­er em ver os médi­cos em difi­cul­dades para encon­trar uma cura.

    Exibem sin­tomas dramáti­cos, mas agem como se não fos­sem afe­ta­dos por eles, bus­can­do reações de des­gos­to e sim­pa­tia. Podem até desa­pare­cer tem­po­rari­a­mente para que os out­ros se pre­ocu­pem com eles.

    O ressen­ti­men­to é guarda­do por lon­gos perío­dos, com planos de vin­gança cruéis e implacáveis. Qual­quer ofen­sa é vista como inten­cional e não é tol­er­a­da.

    A mis­antropia é uma car­ac­terís­ti­ca mar­cante, com um des­dém gen­er­al­iza­do pelas out­ras pes­soas. Isso muitas vezes os leva à solidão, pois não con­seguem se rela­cionar com aque­les que não respeitam.

    EXCESSO DE ENERGIA. AGITAÇÃO PRESSA

    MENTAL:

    HIPERACTIVIDADE, AGITAÇÃO. Faz muitas coisas ao mes­mo tem­po.

    Impa­ciente, impul­si­vo, astu­to. MUSICA (em espe­cial alta e rít­mi­ca) MELHORA OS SINTOMAS FISICOS E MENTAIS QUANDO DANÇA. Mania sex­u­al, delírio eróti­co. Lascívia, his­te­ria. Rai­va, fúria. Vio­len­to, destru­ti­vo, ras­ga ou parte coisas. Insanidade com aumen­to da força. Dese­ja atacar os out­ros. Fúria é de tal ordem que tem de ser acor­renta­do. Esta­dos manía­co-depres­sivos.

    FISICO:

    Afe­ta os ner­vos que estão exci­tadís­si­mos. Sin­tomas que apare­cem de repente e com vio­lên­cia. Exces­so de ener­gia que é canal­iza­da através da AGITAÇÃO, PRESSA, AUMENTO DO DESEJO SEXUAL. Apres­sa­do nos movi­men­tos, enquan­to cam­in­ha. Agi­tação dos mem­bros infe­ri­ores ao movi­men­to. Agi­tação das extrem­i­dades pela músi­ca. Alivia pela ativi­dade RÍTMICA, dança para cima e para baixo. Vom­i­ta apos ir para a cama. Obsti­pação sem urgên­cia e sem ansiedade ter­rív­el. Disp­neia com prob­le­mas de coração e de ovários. Os abces­sos e furún­cu­los são de “cor azu­la­da” e com dor de ardor. A ener­gia exces­si­va tam­bém se man­i­fes­ta na ele­vação da sex­u­al­i­dade ao pon­to da nin­fo­ma­nia. Em casos extremos, podem tornar-se manía­co-depres­sivos ou desen­volver insanidade com cólera.

    MODALIDADES:

    AGR.: bebidas frias, ao ficar frio, cli­ma frio e húmi­do, esforço, coito.

    MELH.: movi­men­to, ao cam­in­har deva­gar, esforço físi­co, ao dançar.

    a@


tradutor
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